Nos braços da vampira


25/01/2011, 17:39
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Ali estava ela, parada, um copo de vodka na mão e um sorriso amarelo nos lábios. A música alta não fazia com que tivesse vontade de dançar, a companhia não a animava. Mais uma noite para se divertir, mas onde estava a real diversão? Cansada de abraços sem emoção, beijos sem paixão, só pensava em ir para casa, dormir. Sim, o que mais desejava era dormir. Então ele se aproximava novamente, tomando-a em seus braços; fingia muito bem o garoto. Ela não acreditava mais em conto de fadas, entretanto, ainda esperava por uma pessoa que a amasse, quem sabe um dia… Então eles se beijaram, se morderam, se marcaram; o sexo foi comum, nada demais. Ela sempre fazia o que queria, não se importava com o depois, pois naquele momento achava que estava certa. Era dona do próprio destino, das escolhas, das burradas. E já tinha feito tantas e tantas e tantas burradas. Estava cansada, demais, muito cansada, exausta talvez fosse a palavra certa. Pegou a bolsa, tomou o último gole da bebida que repousava no copo abandonado e foi pegar o metrô. Ainda acharia alguém que valesse a pena, só não podia perder a fé, nunca.



24/01/2011, 11:48
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“Tem coisas, tem coisas que ele escreve que parecem. Não sei, parecem verdade, entende? Ele me toca, mexe comigo. Talvez eu esteja assim toda lisonjeada porque alguém parece prestar tanta atenção em mim.”



Freedom
24/01/2011, 11:32
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Desire!
24/01/2011, 1:10
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What I want…
19/01/2011, 18:39
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Preciso me lembrar disso…
13/01/2011, 19:12
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memories still here
03/01/2011, 17:31
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Teu ar sério, de menino que sabe o que está fazendo, um olhar profundo que esconde tantas coisas, mistérios nunca descobertos. Me puxa para perto de ti, passa as mãos delicadamente pelas minhas pernas, então, beija minha boca com fúria, me aperta forte e faz com que eu não queira mais fugir. Me leva para a escuridão, explora cada parte do meu corpo, me lambe, me morde, me faz suspirar, enfim estamos unidos de uma forma difícil de explicar, tu entrou em mim sem querer sair, conquistou espaço sem ter que pedir. E vem cada suspiro, pedido, palavra, cada gota de suor escorre pela face, e nós ali, sem pensar por algumas horas, nada importa por certos minutos, ali somos nós, simples assim. E, sinceramente, é desse tempo em que não precisei sentir ou pensar que sinto mais falta.




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